Cirurgia de reconstrução da mama resgata a qualidade de vida de mulheres

O câncer de mama é considerado a forma mais comum da doença entre as mulheres. A campanha mundial cujo objetivo é proporcionar mais acesso a informação e aos serviços de diagnóstico e de tratamento, o Outubro Rosa  estimula a prevenção da doença e acesso amplo à informação.


Quando a doença é descoberta no início, as chances de cura podem ser em até 90%. Segundo o Instituto Nacional do Câncer, pelo menos oito mil novos casos de câncer de mama podem ser diagnosticados até o final do ano.

Além do impacto da descoberta de um câncer, as pacientes ainda precisam lidar com o sofrimento físico, quando necessário, com a mastectomia, cirurgia para retirada total ou parcial da mama, indicada na maioria dos casos como parte do tratamento. “A cirurgia de reconstrução da mama não tem apenas um valor estético, é fundamental para a qualidade de vida e autoestima da paciente”, explica o cirurgião plástico Luiz Fernando Barros.

A reconstrução mamária é um procedimento cirúrgico, cada vez mais avançado, que é capaz de trazer de volta a autoconfiança e qualidade de vida da mulher. “A cirurgia é complexa e com uma série de variações que dependem das características do tumor, do tipo de tratamento e da mastectomia pela qual a paciente for submetida”, afirmou o cirurgião plástico.

Nos casos em que a pele e a gordura da região mamária foram preservadas ao máximo, é possível realizar a prótese de silicone logo após a mastectomia. “Já em mulheres que perderam mais tecido, é indicado o implante de um expansor que esticará a pele e aumentará seu volume aos poucos para, em breve, dar lugar a uma prótese de silicone definitiva” comentou o médico.

Nos casos mais radicais, em que a mulher perde uma grande quantidade de gordura e pele, incluindo, muitas vezes, os mamilos e as aréolas, a reconstrução tem que ser feita por meio de um retalho, de uma parte da pele de outra região do corpo, que é utilizada para cobrir o local em que há escassez de tecidos. “Lembrando que o médico responsável será capaz de opinar sobre qual a melhor opção para cada caso, esclarecer as dúvidas e aprofundar as informações sobre o procedimento escolhido”, concluiu.

*Com informações da assessoria

Alessandra Fonseca

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