Os hospitais são construídos pensando em facilitar o fluxo de movimentação das pessoas – tanto dos pacientes quanto dos acompanhantes, visitantes e também as equipes médicas – através da integração de todos os ambientes. Com isso, é necessária uma análise de risco bem elaborada que permita a detecção dos maiores pontos de vulnerabilidade como, por exemplo, o roubo ou furto de medicamentos e equipamentos médicos, que podem trazer, além de sérios prejuízos à instituição, uma grande dor de cabeça aos gestores com a falta de remédios que constam em seus sistemas de gestão, mas não estão mais nas prateleiras.
Com a pandemia, o assunto que sempre foi pauta nos hospitais aumentou, dentro e fora das organizações de saúde. As discussões são motivadas, principalmente, pelo roubo de equipamentos, medicamentos controlados (especialmente os oncológicos) e pela criminalidade ao redor dos hospitais em virtude do aumento da taxa de desemprego.
Segundo Arnaldo Vargas, CEO do Grupo Esparta – empresa de Facilities & Segurança Patrimonial – “a integração entre as equipes de segurança patrimonial e a área de tecnologia de rastreamentos tem obtido muito sucesso na recuperação de ativos, por isso o investimento em empresas que contam com essa inteligência de negócio faz toda a diferença”.
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