O Dia Nacional do Sistema Braille, comemorado nesta quarta-feira, 8, visa debater sobre a importância da inclusão das pessoas cegas na sociedade e na educação. A data foi instituída por lei em homenagem a José Álvares de Azevedo, primeiro professor cego do Brasil e responsável por introduzir o sistema no país, além de marcar o nascimento de Louis Braille, criador do método de leitura e escrita.
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), assegura o atendimento educacional especializado aos estudantes com deficiência visual. Materiais adaptados e estratégias pedagógicas inclusivas são utilizados na rede na rede estadual como parte dessa política, a Seduc conta com o Instituto Álvares de Azevedo, em Belém.
O Instituto tem o nome do primeiro professor cego do Brasil e atua como referência na formação de estudantes, professores e da comunidade no sistema braille.
Em entrevista à Secretaria de Estado de Educação (Seduc), a coordenadora de Educação Especial do órgão, Denise Corrêa, destacou o papel das instituições no fortalecimento da inclusão.
“No Pará, contamos com o Instituto Álvares de Azevedo, que atua na formação de estudantes, professores e da comunidade no sistema braille. Esse trabalho garante mais autonomia, dignidade e o direito de aprender com igualdade, fundamentais para a inclusão social.”
Os equipamentos de tecnologia assistiva em braille são produzidos pela Coordenadoria de Educação Especial (Coees) e incluem apostilas no sistema, materiais em alto relevo, audiodescrição e outros recursos de acessibilidade, elaborados pelos Centros de Apoio Pedagógico (CAPs), garantindo o acesso ao currículo escolar.
A rede conta com mais de 180 estudantes matriculados no atendimento especializado, além dos usuários da comunidade. O estudante deve estar matriculado em uma escola da rede estadual e, em seguida, realizar a segunda matrícula no Centro de Atendimento Educacional Especializado (CAEE).
Fonte: Agência Pará








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