Foto: Divulgação
O Festival Feira Viva promoveu no último fim de semana na Fundação Cultura do Pará (Centur), em Belém, uma programação gratuita com shows, feira criativa e gastronômica, oficinas, palestras e atividades infantis.
O evento também contou com ações de incentivo ao descarte seletivo e estrutura de acessibilidade.
Segundo Leandro Moreira – um dos idealizadores do Festival Feira Viva, o projeto iniciou com o objetivo de fortalecer redes de empreendimentos da Amazônia que trabalham com consumo consciente, valorizando ingredientes locais, práticas sustentáveis e formas responsáveis de produção. A proposta é aproximar o público dessas iniciativas e incentivar novas formas de consumir, produzir e valorizar o território amazônico.
”A proposta também é destacar a conexão desse universo com outras expressões culturais, como a música e as artes, criando uma experiência que une cultura, gastronomia e economia criativa. Além disso, sabemos que eventos gratuitos têm um papel importante na vida cultural da cidade, ampliando o acesso e criando experiências coletivas. Em uma metrópole amazônica como Belém, entendemos que a ideia de um evento com essas características se encaixa naturalmente no calendário cultural da cidade, podendo somar muito em diferentes frentes que sejam positivas para toda a sociedade.”
Nesta segunda edição, o evento foi ampliado e passou de feira para festival, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB).
A programação incluiu apresentações musicais. No Palco Dona Onete, nomeado em homenagem à Rainha do Carimbó, se apresentaram Iris da Selva, Raidol, Verene, O Cinza e Sandrinha Eletrizante.
Leandro também ressaltou sobre a importância de trazer artistas, empreendedores e produtores para dialogar sobre a produção da arte e empreendedorismos na Amazônia. “Trazer artistas, empreendedores e produtores locais é fundamental porque são eles que já estão colocando essas ideias em prática no dia a dia. Quando essas iniciativas se encontram e dialogam com o público, elas mostram que é possível construir cadeias produtivas mais conscientes, valorizando ingredientes, saberes e culturas da Amazônia.”
O Festival teve também atividades voltadas à sustentabilidade, alimentação vegetal, bem-estar e economia criativa.
Gabrielle Nogueira | Front Comunicação
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