O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a lei do Programa Mais Médicos, que estabelece a Estratégia Nacional de Formação de Especialistas para a Saúde. A lei tem como objetivo aumentar em 15 mil o número de médicos atuando na atenção básica do Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente em áreas mais vulneráveis. Entre os avanços propostos, destaca-se a prioridade dada à formação de profissionais com mestrado e especialização, bem como benefícios para atuação em áreas remotas e o pagamento da dívida do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES).
O Ministério da Saúde anunciou a abertura de novos editais para profissionais e municípios aderirem ao programa. Esses editais incluem iniciativas inéditas, como médicos para equipes de Consultório na Rua, atendimento à população prisional e vagas adicionais para territórios indígenas. Até o final de 2023, o Programa Mais Médicos terá 15 mil novos médicos em todo o país, totalizando 28 mil profissionais. Essa iniciativa do governo federal visa fornecer acesso à saúde a mais de 96 milhões de brasileiros.
Lula destacou que o investimento em saúde não deve ser visto como gasto, mas como um investimento para o país. Ele mencionou sua própria experiência de infância, em que não teve acesso adequado à alimentação e cuidados médicos, e enfatizou a importância do programa para levar atendimento decente aos cidadãos em todas as partes do país.
Desde a retomada do programa e a divulgação do primeiro edital com 5.968 vagas, sendo mil para a Amazônia Legal, o Programa Mais Médicos registrou um recorde de mais de 34 mil médicos inscritos, o maior número desde sua criação em 2013. Até o momento, 3.620 profissionais selecionados pelo primeiro edital já estão atuando em todas as regiões do país, proporcionando atendimento médico a mais de 20,5 milhões de brasileiros.
A retomada do programa é resultado da aprovação da Medida Provisória 1.165 em junho pelo Congresso Federal, após amplo debate e contribuições dos parlamentares em quatro Audiências Públicas.
Além disso, o presidente Lula assinou um decreto que cria um Grupo de Trabalho Interministerial para discutir e propor regras de reserva de vagas para médicos com deficiência e pertencentes a grupos étnico-raciais. O grupo será coordenado pelo Ministério da Saúde e terá a participação de outros ministérios relacionados aos direitos humanos, igualdade racial e planejamento.
Entenda as novas vagas e editais do Mais Médicos
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