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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) determinou que a partir desta segunda-feira (1°), o implanon deve ser oferecido de forma obrigatória pelos planos de saúde. A medida é válida para jovens e adultos entre 18 e 49 anos que buscam prevenir a gravidez e foi determinada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em reunião realizada no dia 8 de agosto.
Segundo o Ministério da Saúde, a opção é considerada vantajosa em relação aos demais contraceptivos em razão da longa duração, pois age no organismo por até três anos com eficácia alta, sem necessidade de intervenções durante esse período.
O Implanon também passou a ser ofertado pelo Ministério da Saúde (SUS) nas unidades básicas de saúde do Brasil. Com um investimento estimado 245 milhões de reais, o programa prevê a distribuição de 1,8 milhão de dispositivos, sendo 500 mil ainda em 2025.
O Ministério da Saúde afirma que o acesso a este contraceptivo contribuirá para reduzir a mortalidade materna, especialmente entre mulheres negras.
Após o prazo de três anos, o implante deve ser retirado e, caso haja interesse, um novo implante pode ser inserido imediatamente.
A inserção e a retirada do dispositivo devem ser feitos por médicos e enfermeiros qualificados. Por esse motivo, conforme o ministério da saúde. Ainda de acordo com a pasta, a fertilidade é retomada rapidamente após a remoção.
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