Adolescente desenvolve abscesso na axila após usar prestobarba por mais de três dias  - Front Comunicação Estratégica

Adolescente desenvolve abscesso na axila após usar prestobarba por mais de três dias 

Uma adolescente de 16 anos, desenvolveu um abscesso na axila, após usar prestobarba por mais de três dias. O caso foi compartilhado nas redes sociais pela mãe dela, Thai Barde, e viralizou. Segundo a influenciadora, Alice usou uma lâmina para raspar os pelos e, pouco depois, percebeu o aparecimento de uma bolinha, que foi crescendo até ela precisar de atendimento hospitalar.

Em entrevista à revista Crescer, Thai contou que a filha começou a se queixar de dor logo após a depilação, no dia 31 de julho. Ela percebeu um pequeno caroço, semelhante a um pelo encravado, porém, em apenas quatro dias, a lesão aumentou e a influenciadora resolveu levar a filha ao hospital. Lá, ela recebeu o diagnóstico de furúnculo.

Alice recebeu o tratamento indicado, mas as dores continuaram. “Dois dias depois, ela começou a ter febre, o local ficou quente e com roxidão. Eu retornei com ela para a emergência e, após o exame de sangue, descobriram que se tratava de uma bactéria e resolveram interná-la”, contou a mãe.

A adolescente foi diagnosticada com abscesso e infecção bacteriana. Segundo a mãe, os médicos apontaram uma lâmina de barbear mal conservada como possível causa, segundo a mãe, ela já havia usado várias vezes o aparelho de prestobarba e deixava exposto no banheiro”. Após dois dias sem melhora com antibióticos intravenosos, ela passou por cirurgia para drenar o pus. Durante o procedimento, os médicos identificaram início de necrose no tecido e encontraram a bactéria Staphylococcus aureus na secreção.

Após mais dois dias sem melhora, mesmo com os antibióticos pela via intravenosa, os médicos optaram por uma cirurgia para drenar o pus acumulado. Durante o procedimento, foi identificado um início de necrose no tecido. Uma amostra da secreção também foi enviada para análise e foi identificada a bactéria Staphylococcus aureus.

A adolescente ficou seis dias internada e continuou o tratamento em casa por mais sete dias. Após a cirurgia, teve queda de pressão, desmaios e enjoos. Ela também precisou iniciar um processo de descolonização bacteriana e está sem poder se depilar por pelo menos um mês.

Segundo a mãe, o caso segue em acompanhamento e, se os abscessos voltarem a aparecer, os médicos podem investigar a possibilidade de hidradenite supurativa. Ela compartilhou o relato para alertar sobre os riscos de uma infecção que pode se agravar rapidamente.