vacina Arexvy, desenvolvida pela GlaxoSmith Kline, aprovada pela Anvisa
Nesta segunda-feira (4), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu o registro da vacina Arexvy, desenvolvida pela GlaxoSmith Kline, para a prevenção da doença do trato respiratório inferior (DTRI) causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR). Essa é uma medida crucial, visto que o VSR é o principal agente causador de bronquiolite.
Aprovada para uso em adultos com 60 anos ou mais, a Arexvy é administrada por via intramuscular, em dose única. A tecnologia por trás da vacina é baseada em proteína recombinante, onde uma substância semelhante à superfície do VSR é produzida na indústria para estimular a geração de anticorpos, responsáveis pela imunidade.
O pedido de registro foi tratado como prioritário pela Anvisa, conforme os termos da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 204/2017, devido à gravidade da condição debilitante causada pela DTRI e seu impacto significativo na saúde pública, especialmente na faixa etária com alta incidência de hospitalizações por infecção pelo VSR.
A principal causa da bronquiolite é a infecção pelo vírus sincicial respiratório, especialmente impactante em crianças menores de um ano. Embora existam diferentes tipos desse vírus, todos se comportam de maneira semelhante ao causar a doença.
Evitar o contato com pessoas doentes e a prática regular de lavagem das mãos são estratégias preventivas essenciais. Embora a maioria dos casos de infecção pelo VSR seja inevitável, existem medicamentos, como a imunoglobulina anti-VSR, que podem ser empregados em crianças com alto risco de desenvolver a doença.
A bronquiolite pode apresentar sintomas inespecíficos em lactentes menores de quatro meses, incluindo parada respiratória, que pode levar à morte súbita. Lactentes com mais de quatro meses exibem manifestações clínicas típicas, como sintomas leves, embora a cianose (coloração arroxeada dos dedos e lábios) indique falta grave de oxigênio.
Não há tratamento específico para a bronquiolite, sendo geralmente autolimitada e melhorando espontaneamente. Pacientes sem fatores de risco são tratados ambulatoriamente, com medidas de suporte, como repouso, hidratação oral, aleitamento materno, banhos mornos e antitérmicos em caso de febre. A hospitalização é indicada em casos de esforço respiratório intenso, alteração de consciência, cianose, baixa idade (1-4 meses) ou presença de doença grave associada.
Fontes: Anvisa e Secretaria de Saúde do Estado do Goiás
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