A China, que impôs medidas rigorosas durante a pandemia de Covid-19, relaxou suas restrições em dezembro de 2022. Desde então, o país enfrenta um aumento significativo de infecções devido à variante Ômicron. O renomado cientista Zhong Nanshan prevê uma nova onda de Covid-19 na China, com até 65 milhões de casos por semana, previsto para o final de junho.
Globalmente, houve uma queda nos casos e mortes por Covid-19 em comparação com o período anterior, mas as regiões da África e do Pacífico Ocidental registraram aumentos. Até o momento, mais de 766 milhões de casos confirmados e mais de 6,9 milhões de mortes foram relatados em todo o mundo.
A pandemia de Covid-19 resultou na perda prematura de milhões de vidas, custando quase 337 milhões de anos de vida em 2020 e 2021. No entanto, a Organização Mundial da Saúde estima que o número real de mortes seja pelo menos três vezes maior, chegando a cerca de 20 milhões de mortes, considerando os impactos na saúde e a sobremortalidade, que é a diferença entre o número real de mortes e o número estimado de óbitos em tempos normais.
Enquanto a China enfrenta uma nova onda de infecções, o país busca equilibrar a resposta à pandemia com a necessidade de reativar sua economia e retomar as relações comerciais internacionais, após o fim da política de tolerância zero à Covid-19.
O guru alemão Joachim Klement, que apostou na vitória do Japão sobre a seleção brasileira,…
Segundo informações divulgadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a taxa de desemprego…
Lançada como música oficial da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, "Waka…
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 48,1% das intenções de voto em…
Marcar um gol pela seleção já é um feito especial. Fazer isso contra o Brasil…
A Federação Iraniana de Futebol acusou os Estados Unidos de retirarem as cotas de ingressos…
This website uses cookies.