As pessoas em Rafah, no sul de Gaza, recolhem água potável | Foto de UNRWA
A mais recente ordem de evacuação em Israel lançou Gaza em uma “emergência sem precedentes”, com dezenas de milhares de pessoas forçadas a fugir. Neste contexto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e seus parceiros intensificaram os esforços para lidar com a crise.
Atualmente, três hospitais em Rafah, incluindo o Hospital Maternidade dos Emirados, estão operacionais, mas enfrentam uma grande carga de pacientes. O acesso a esses serviços foi afetado pela evacuação ordenada pelo governo israelense. O Hospital Al-Najjar, por exemplo, oferece serviços cruciais de diálise para mais de 100 pacientes, mas agora enfrenta desafios de acesso.
A OMS tem se esforçado para garantir rotas alternativas de encaminhamento para os pacientes, além de apoiar a restauração do Complexo Médico Nasser em Khan Younis, visando restabelecer os serviços essenciais de saúde na região.
A situação se agrava com a iminente escassez de combustível, essencial para operações humanitárias. O fechamento da passagem de Rafah com o Egito cortou o acesso a combustível e outros suprimentos humanitários cruciais, além de restringir a circulação de trabalhadores humanitários.
Andrea De Domenico, da ONU, alertou que o combustível pode acabar a qualquer momento, afetando gravemente as operações humanitárias, especialmente na saúde, água e comunicação. A distribuição de ajuda também enfrenta desafios, destacando a necessidade urgente de resolução.
Além da escassez de combustível, as empresas de comunicação lutam para manter suas redes operacionais devido à falta de abastecimento. Isso priva as pessoas de acesso à informação vital, dificultando ainda mais o deslocamento seguro em meio ao conflito.
Com mais de 75% da população de Gaza deslocada, encontrar abrigo adequado tornou-se uma luta crescente. A falta de tendas e suprimentos básicos agrava ainda mais a situação, forçando as pessoas a buscar alternativas em meio à devastação.
As agências da ONU também expressaram preocupações com o bem-estar das mulheres, meninas e crianças, especialmente com o aumento esperado de menores desacompanhados e separados. A capacidade de fornecer apoio básico a essas crianças pode ser severamente prejudicada se a crise em Rafah se intensificar.
Diante desses desafios crescentes, a urgência de uma resposta humanitária eficaz é mais crucial do que nunca.
Fonte: ONU
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