Por Michelly Murchio
As startups na área da saúde somam mais de US$ 430 milhões em investimentos no mundo.
O Brasil ocupa hoje o sétimo lugar no ranking com mais de 550 novas empresas, gerando mais de 10 milhões de empregos no país. Elas se distribuem em 9 categorias:
• Acesso à Informação
• Gestão e Pep
• Market place
• Medical Devices (Prevenção e Diagnóstico)
• Telemedicina
• Wearables e IOT (Tecnologia de monitoramento)
• Relacionamento com os pacientes
• Inteligência Artificial & Big Data
• Farmacêutica
As healthtechs trazem soluções em modelos de negócios, plataformas, tecnologias de interatividade, diminuindo custos e facilitando a gestão das empresas com a modernização de serviços.
Alguns cases de sucesso como a Memed, o mais completo e confiável banco de dados e medicamentos online do Brasil, oferece aos mais de 60 mil médicos cadastrados a possibilidade do cruzamento de informações sobre interações medicamentosas e alergias.
Desde o início da pandemia da Covid-19 surgiram 53 startups exclusivamente voltadas às novas demandas. O projeto “Cuidando de quem cuida de nós” da Johnson & Johnson Medical Devices, oferece apoio psicossocial aos profissionais que trabalham na linha de frente.
Entre os exemplos de modernização, a iClinic possibilita o registro e o histórico de pacientes. O modelo, que já está sendo replicado em 20 países, armazena os dados em uma nuvem para serem acessados de qualquer dispositivo. Outro case de sucesso é o Dr. Consulta que já soma 51 filiais no Brasil, sendo atualmente o maior banco de dados clínicos, com mais de 1 milhão de pacientes cadastrados.
Com a necessidade de implantar protocolos de segurança para evitar a transmissão da Covid-19, a Telemedicina também vem se destacando, principalmente após a regulamentação pelo Governo Federal com a portaria nº 467 mesmo que em caráter excepcional e provisório, as healthtechs desenvolveram sistemas que atendem de maneira mais satisfatória as demandas das empresas. Isso resultou em aumento significativo de downloads de aplicativos que facilitam as consultas online e demais serviços de comunicação entre médicos, hospitais e laboratórios. Muitos médicos já acessam os exames diretamente nos aplicativos e agilizam os diagnósticos e prescrições, evitando contato físico e ampliando a capacidade de atendimento. As tecnologias ajudam a reduzir custos e atendimentos presenciais de baixa complexidade permitindo que os profissionais se dediquem mais aos casos graves.
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