Por Michelly Murchio
De difícil diagnóstico e sem cura até o momento, a Miastenia faz parte da classe de doenças autoimunes. Ela ataca principalmente mulheres entre 30 e 60 anos e tem como principais caracteristicas pálpebras caídas e visão dupla, fraqueza de braços, pernas, fadiga extrema e dificuldade para mastigar e engolir.
Sendo de natureza congênita e de difícil diagnóstico, pode surgir em diferentes locais da junção neuromuscular e a identificação correta e prematura do subtipo define o tipo de tratamento adotado.
Especialistas alertam para a observação de sintomas em bebês que apresentam choro fraco, dificuldade na sucção e deglutição na amamentação, na respiração e em uma segunda fase, dificuldades em engatinhar, sentar. Já na fase adulta, além dos sintomas mencionados, apneia, dificuldades em exercer tarefas diárias do cotidiano por cansaço excessivo intermitente e pouca expressão facial, entre outros indícios, podem sugerir um tipo de miastenia.
O diagnóstico deve ser feito por um neurologista e no Brasil só há um medicamento disponível para tratamento, a piridostigmina que aumenta a quantidade de acetilcolina entre o nervo e o musculo, onde a doença tem origem. No entanro, de um modo geral, o tratamento é contínuo, com corticoides e imunosupressores e fisioterapia.
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