A prevenção da hantavirose depende de medidas que evitem o contato com roedores silvestres e com resíduos deixados por eles, como urina, fezes e saliva contaminadas.
A doença é uma zoonose viral aguda causada por um vírus da família Hantaviridae. No Brasil, a doença se manifesta principalmente na forma da Síndrome Cardiopulmonar por Hantavírus (SCPH), que pode comprometer pulmões e coração.
Nas Américas, a hantavirose pode variar desde uma febre aguda inespecífica até quadros pulmonares e cardiovasculares graves, podendo evoluir para a Síndrome da Angústia Respiratória Aguda (SARA).
Os hantavírus têm como reservatórios naturais alguns roedores silvestres, que eliminam o vírus pela urina, saliva e fezes sem adoecer. A principal forma de transmissão para humanos ocorre pela inalação de partículas contaminadas presentes no ambiente.
A infecção também pode acontecer por escoriações na pele, mordidas de roedores ou contato das mãos contaminadas com mucosas, como olhos, boca e nariz. Casos raros de transmissão entre pessoas já foram registrados na Argentina e no Chile, associados ao hantavírus Andes.
A fase mais intensa da doença costuma durar entre uma e duas semanas, mas a recuperação completa pode levar várias semanas ou até meses, dependendo da gravidade do quadro.
O Ministério da Saúde orienta procurar atendimento médico imediato em caso de sintomas e histórico de exposição a locais com presença de roedores.
Fonte: Ministério da Saúde








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