As dificuldades financeiras estão longe de ser o único problema ligado ao desemprego. Boa parte das pessoas conecta seus objetivos, propósitos, senso de identidade e realização ao trabalho. Por isso, demissão pode ser um dos eventos bastante traumáticos.
Segundo uma pesquisa do instituto americano Pew Research Center, 44% das pessoas que estão desempregadas há seis meses ou mais afirmam que o desemprego produziu mudanças significativas em suas vidas.
O estudo aponta que 43% dos entrevistados perderam contato com os amigos; 38% dizem que seu autorrespeito diminuiu e a maioria afirma que os problemas emocionais aumentaram drasticamente.
A análise também indica que que os entrevistados passaram a apresentar alteração no sono, mudanças no apetite e menos vontade de sair de casa.
A falta de emprego também provocou enxaqueca frequente e alteração na pressão arterial. Para descontar a ansiedade, parte dos entrevistados relataram vício em álcool, cigarro ou compulsão alimentar.
Todos esses problemas estão diretamente ligados à autoestima, um sentimento poderoso capaz de influenciar na saúde do corpo, uma das habilidades emocionais envolvidas na composição do quoeficiente de inteligência emocional de um indivíduo.
Durante esse processo, além da ajuda profissional, é importante utilizar técnicas e atitudes que ajudarão a se manter em um patamar saudável.
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